E de repente deu saudade. Vontade de ver mais uma vez o que sua vida poderia ter sido através das marcas dele.
Abriu mais uma vez as memórias tão previsíveis, onde sabia poder encontrá-lo. Sentiu um impacto quando não viu rastro algum; não podia mais contar com a segurança, como se pudesse guardá-lo na gaveta e recordar quando bem entendesse.
Agora, não restava mais nada a não ser a lembrança impalpável; e essa, afinal, não ia durar muito.
Descobriu, assim, que perda e sempre são palavras que se completam.
