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	<title>A Garota das Palavras &#187; Ian Mcewan</title>
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	<description>Porque toda palavra tem um peso e um alcance.</description>
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		<title>Onde realmente começa um livro</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 16:34:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laisdandrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Epígrafes que dizem muito]]></category>
		<category><![CDATA[A Abadia de Northanger]]></category>
		<category><![CDATA[epígrafe]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><font color="#000080" size="3">Gosto bastante de epígrafes, aqueles fragmentos de texto frequentemente encontrados no início de uma narrativa, seja conto, seja romance, que dizem muito (ou pelo menos tentam) sobre o conteúdo subseqüente. Algumas epígrafes fracassam, a escolha do autor nem sempre é boa; mas outras, em compensação, nos dão boa ideia do que encontraremos em seguida, além de trazerem referências sobre obras que possam ser de nosso interesse. </font></p>
<p align="left"><font color="#000080" size="3">Justamente porque dou tanta atenção às epígrafes, por vezes tão injustiçadas, é que decidi reservar um espaço a elas aqui no blogue. De tempos em tempos, trarei fragmentos marcantes, tanto pela intensidade quanto pela sua importância no contexto das obras às quais pertencem. </font></p>
<p align="left"><font color="#000080" size="3">Hoje, apresento-lhes a epígrafe do romance “</font><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=6053&amp;tipo=2&amp;isbn=853590235x"><font color="#000080" size="3">Reparação</font></a><font color="#000080" size="3">”, escrito por Ian Mcewan. Poucas vezes li uma epígrafe que se encaixasse tão bem numa obra. Para quem não conhece nem o fragmento nem o romance de Mcewan, fica a dica de duas ótimas leituras, ambas tratando das tragédias que um mal-entendido pode causar. </font></p>
<blockquote><p align="left"><font color="#000080" size="3">Cara senhorita Morland, pense o quanto são horrorosas as suspeitas que tem nutrido. Em que se fundamentam tais julgamentos? Pense em que país e em que era vivemos. Lembre que somos ingleses, que somos cristãos. Consulte seu próprio entendimento, seu senso do que é provável, sua observação do que se passa à sua volta. Como nossa formação poderia nos preparar para tais atrocidades? Como nossas leis seriam coniventes com elas? De que modo coisas assim poderiam ser perpetradas sem que ninguém delas soubesse num país como este, em que as relações sociais e literárias são como são, em que cada homem está cercado por toda uma vizinhança de espiões voluntários, e as estradas e os jornais deixam tudo às claras? Querida senhorita Morland, que idéias a senhorita tem se permitido conceber?&quot;</font></p>
<p align="left"><font color="#000080" size="3">Haviam chegado ao final da galeria, e com lágrimas de vergonha ela foi embora correndo para seu quarto.</font></p>
</blockquote>
<p><font color="#000080" size="3"></font></p>
<p align="right"><font color="#000080" size="3">Jane Austen, <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=6053&amp;tipo=2&amp;isbn=8588781441">A Abadia de Northanger</a></font></p>
<p><font color="#000080" size="3"></font></p>
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